Título 2

Natal Solidário do Recife
No dia 24 de Dezembro de 2014. O amor e a solidariedade tomaram conta do Bairro de Cajueiro zona Norte em Recife PE.
Na 1ª edição do natal solidário do Recife onde várias crianças carentes da comunidade vila da paz foram beneficiadas com uma super. festa em comemoração do nascimento do menino Jesus.
Cerca de 300 crianças sendo 150 Meninas e 150 Meninos,
De (o) a (10) anos tiveram a oportunidade de participarem do natal solidário do Recife.
Foi um dia Maravilhoso com Muitas brincadeiras, Amor e Solidariedade.
A Rua Belo Horizonte virou a verdadeira Disney, com parque de diversão, show e distribuições de brinquedos, lanches para as crianças, e fechando com chave de ouro
A Chegada do velhinho mais querido do Brasil o Papai Noel,
Toda essa festa só foi realizada graças ao apoio de amigos, vizinhos e patrocinadores que de cara abraçaram esse projeto doando brinquedos e alimentos, e o mais importante o AMOR que fez o maior sucesso junto as crianças Matéria Valdemir (Alex Silva Jornalista)
Valdemir ( Alex Silva Jornalista)

Edição Dia 02/03/2015
MP entende como 'contravenção penal de perturbação' caso de padre afastado após denúncia de importunação sexual
Polícia Civil ouviu coroinhas e uma jovem sobre supostas situações em Araçariguama (SP). Padre nega as acusações; Polícia Civil relatou o caso à Justiça.
O Ministério Público entendeu como contravenção penal de perturbação da tranquilidade o caso do padre afastado cautelarmente da Paróquia Nossa Senhora da Penha, em Araçariguama (SP). Coroinhas da igreja e uma jovem o denunciaram por importunação sexual.
Segundo apurado pelo G1, o MP pediu para o envio dos autos para o Juizado Especial Criminal (Jecrim). A juíza ainda não se manifestou sobre o parecer da promotoria.
A Polícia Civil relatou o caso à Justiça no fim de janeiro depois de ouvir o pároco. Em cartas escritas pelas adolescentes e assinadas por responsáveis, as quais o G1 teve acesso com exclusividade, as jovens citaram situações de aproximação do pároco e períodos de agressividade.
No último mês de setembro eu e mais uma coroinha após acabar a missa encontramos com o padre e, por educação, pedimos a bênção, mas ele simplesmente me puxou e lambeu minha orelha e, em seguida, mordeu. Depois desse acontecido fiquei em choque pelo que ele tinha feito. Mas pra mim eu achava que era apenas uma brincadeira, mas fui percebendo que ele estava agindo com maneiras muito diferentes com todos os coroinhas”, afirmou a menina, que se afastou na igreja após a situação.
“No dia 11 de outubro ele perguntou porque eu não tinha ido à missa. Falei que não estava bem, mas em seguida simplesmente ele ofereceu carona para mim, e eu não aceitei, mas mesmo assim ele falou o horário que ia me pegar. Eu tinha falado para ele que minha madrinha iria me buscar”
Já a outra adolescente, também de 17, escreveu que não tinha o costume de conversa com o padre e que não se sentiu confortável em uma suposta situação na igreja.
“Na última semana do mês de setembro, depois de uma missa, eu e mais uma coroinha estávamos saindo da sacristia pela porta que dá acesso à rua. No caminho, nós encontramos com o padre. Eu estendi a mão e pedi a benção a ele. Ele me puxou, abraçou e disse: ‘por que você é ruim comigo?’.”
“Logo em seguida ele mordeu minha orelha. Na hora eu me afastei em silêncio. Fiquei em choque, depois ele fez o mesmo ato com outra coroinha. Na época, eu encarei como uma ‘brincadeira’. A partir daquele dia eu não me senti segura dentro da igreja.”
Outro caso
Segundo o G1 apurou, uma ex-funcionária da igreja informou, em depoimento à polícia, que no fim do ano passado trabalhou no local e percebeu um comportamento agressivo do padre Omar dos Reis com coroinhas adolescentes, ministros e com ela, como puxar todos pelo braço.
Segundo o relato, o investigado chegou a acariciar seu braço e tentou beijá-la, porém ela alega que conseguiu sair de perto. Além disso, a jovem afirmou que, em outro dia, o pároco chegou por trás acariciando sua barriga enquanto ela lavava a louça.
A jovem também contou que ele já a pegou pelo cabelo, cheirou e ainda afirmou que não queria que ela ficasse bonita para outros homens. Com isso, após várias situações, decidiu se afastar do trabalho.
Investigação
A Polícia Civil de Araçariguama ouviu o padre, que se apresentou acompanhado de um advogado. Ele negou as acusações da funcionária, assim como das adolescentes coroinhas. Contudo, foi afastado da igreja no fim do mês de janeiro, conforme o G1 apurou.
Em nota, anteriormente, a Diocese disse que “não pode informar porque não há dados conclusivos". Ao G1, o padre também negou as denúncias e afirmou que são acusações infundadas.
“Não as cometi. De modo que a interpretação de quem está denunciando talvez tenha outro propósito. Mas da minha parte eu estou consciente que nada fiz daquilo que está sendo acusado, de modo que eu estava há pouco tempo na paróquia e a gente teve a oportunidade, principalmente nesse tempo de pandemia, de tentar, em primeiro lugar, ressaltar o valor da religiosidade", afirmou.
